Fenaban ataca e Contraf-Cut insiste nas mesas de enrolação: SEEB-MA diz basta e convoca assembleia para deliberar sobre greve

Escrito em 26/08/2026

A forte paralisação nacional de 20 de agosto mostrou que a categoria tem força para pressionar os bancos. Apesar disso, na segunda-feira (24), a Fenaban voltou à mesa sem apresentar uma proposta digna, enquanto a Contraf se limitou a afirmar que “o caminho é a negociação”.

No dia seguinte, a Fenaban mostrou o que estava disposta a oferecer: reajuste de apenas 2,57%, abaixo da inflação, congelamento da PLR e do piso, além da retirada de direitos da CCT. Mais uma vez, a orientação da Contraf ficou restrita à mobilização virtual com hashtags. Vergonha!

É POSSÍVEL AVANÇAR

Ao mesmo tempo, a própria Campanha Salarial mostra que é possível avançar. No Banpará, a negociação prevê ganho real nos salários (inflação + 2%), reajuste dos tíquetes e 14º tíquete integral. A expectativa é de que os benefícios de alimentação e refeição cheguem a cerca de R$ 3.500.

ASSEMBLEIA GERAL NO MA

 Diante desse cenário, o SEEB-MA entende que a resposta precisa estar à altura dos ataques da Fenaban. Por isso, o Sindicato convocou Assembleia Geral para esta quinta-feira (27), a partir das 18h, presencial e remotamente, para deliberar sobre a greve no Maranhão.

AS BASES ESTÃO COBRANDO

Esse movimento já cresce nas bases. Bancários de todo o país vêm cobrando de seus sindicatos a construção de um calendário nacional de mobilizações. O SEEB-MA reforça esse chamado: é hora de ouvir a categoria, aumentar a pressão e preparar a greve geral.

A PAUTA VAI ALÉM DO ÍNDICE

"A luta não pode se limitar a índice e PLR. Os bancários exigem reajuste digno, reposição das perdas, defesa do emprego, combate ao adoecimento, melhores condições de trabalho e respostas às pautas específicas dos bancos públicos" - afirmou o coordenador Rodolfo Cutrim.

 Por isso, bancário(a), participe da Assembleia do SEEB-MA e cobre do seu sindicato a convocação da base em seu Estado. Chega de teatro. Chega de enrolação. Se é grave, é greve! 
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