Após seis rodadas de negociação em 2025, o que se acumulou foram discursos, simulações e manchetes otimistas - sem qualquer solução estrutural concreta para a crise da CASSI. A inoperância da Contraf/CUT fica evidente.A crise não é nova.
Desde 2022, a própria CASSI alerta formalmente a Contraf e o Banco do Brasil sobre o desequilíbrio do Plano de Associados. Mesmo assim, não houve proposta efetiva na mesa, a não ser a defesa de um aporte emergencial do BB para dar fôlego de apenas mais seis meses à Caixa de Assistência. Inadmissível!Roteiro repetido.
A história se repete: em 2019, sob a intervenção da ANS, a reforma estatutária foi imposta com o Plano no limite financeiro, resultando na retirada de direitos históricos, como o fim do patrocínio do Banco do Brasil à CASSI para os funcionários que ingressaram, a partir daquele ano, na aposentadoria.Quem paga a conta?
Os(as) bancários(as): mensalidades mais altas, cobrança por dependente, coparticipação crescente, mais desconto no salário e insegurança para seus benefícios e de seus familiares.Enquanto isso, entidades - sobretudo a Contraf/CUT - seguem sentadas à mesa, em salas com ar-condicionado, sem enfrentamento real, abrindo caminho para novos cortes de direitos.Para o SEEB-MA, a única saída responsável é:
✔️ aumento real da participação do BB no custeio (mínimo 60/40);
✔️ modelo de longo prazo, com recomposição de reservas;
✔️ nenhum retrocesso nos direitos dos bancários.Rodolfo Cutrim - coordenador-geral do SEEB-MA:
“O Banco ignora os alertas, deixa o caixa da CASSI secar e, com a faca no pescoço dos trabalhadores, empurra cortes de direitos como se fossem solução. O SEEB-MA defende uma saída estrutural, com mais responsabilidade do Banco e sem nenhum retrocesso.”Bancário(a): vamos à luta!
CASSI se defende com enfrentamento, não com encenação.
Desde 2022, a própria CASSI alerta formalmente a Contraf e o Banco do Brasil sobre o desequilíbrio do Plano de Associados. Mesmo assim, não houve proposta efetiva na mesa, a não ser a defesa de um aporte emergencial do BB para dar fôlego de apenas mais seis meses à Caixa de Assistência. Inadmissível!Roteiro repetido.
A história se repete: em 2019, sob a intervenção da ANS, a reforma estatutária foi imposta com o Plano no limite financeiro, resultando na retirada de direitos históricos, como o fim do patrocínio do Banco do Brasil à CASSI para os funcionários que ingressaram, a partir daquele ano, na aposentadoria.Quem paga a conta?
Os(as) bancários(as): mensalidades mais altas, cobrança por dependente, coparticipação crescente, mais desconto no salário e insegurança para seus benefícios e de seus familiares.Enquanto isso, entidades - sobretudo a Contraf/CUT - seguem sentadas à mesa, em salas com ar-condicionado, sem enfrentamento real, abrindo caminho para novos cortes de direitos.Para o SEEB-MA, a única saída responsável é:
✔️ aumento real da participação do BB no custeio (mínimo 60/40);
✔️ modelo de longo prazo, com recomposição de reservas;
✔️ nenhum retrocesso nos direitos dos bancários.Rodolfo Cutrim - coordenador-geral do SEEB-MA:
“O Banco ignora os alertas, deixa o caixa da CASSI secar e, com a faca no pescoço dos trabalhadores, empurra cortes de direitos como se fossem solução. O SEEB-MA defende uma saída estrutural, com mais responsabilidade do Banco e sem nenhum retrocesso.”Bancário(a): vamos à luta!
CASSI se defende com enfrentamento, não com encenação.

